Pôr-do-sol

Pôr-do-sol
Lá vou eu, em mais um final de tarde atraente, atrás do por-do-sol, receber suas cores na minha mente. Cidade de Videira - SC

sábado, 23 de outubro de 2010

ENFERMAGEM

A poesia é um buquê de flores, que entrego de coração, a cada um dos profissionais de enfermagem do Hospital da Lagoa-RJ (foto), do Hospital Barros Barreto-PA e Hospital das Clínicas-PA que prestam os serviços dos Céus.
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Enfermagem
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És uma ciência! Uma arte! Uma profissão vital!
Tu nos socorres a toda hora, sempre com o mesmo brilho.
És, no nosocômio, importante, essencial.
Tu cuidas de nós como a mãe que nutre e cria seu filho.
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No leito, num momento de dor,
alimenta-nos para nos ver sorrir de ventura.
Na desesperança, és como a flor,
e de tuas palavras brotam pétalas de ternura.
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Nós estamos sempre sob os teus cuidados.
Educa-nos para saúde com amor, com a técnica eficaz.
Teus serviços, mesmo que silenciosamente, são valorizados.
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Nós agradecemos à ciência da enfermagem.
Tua luz é a que está sempre acesa, e seus profissionais
merecem a mais excelsa homenagam.
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Sanches Figueiredo
Rio de Janeiro - RJ

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ATRÁS DO PÔR-DO-SOL

Foto: Pôr-do-sol na cidade de Videira - SC
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ATRÁS DO PÔR-DO-SOL
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Lá vou eu,
em mais um final de tarde atraente.
Sem pressa, vou atrás do pôr-do-sol,
receber suas cores na minha mente.
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Com elas, eu bordo, em versos, a tua beleza,
quando ouço a natureza cantar a alvorada.
E ainda teço, em prosa, os nossos momentos.
É o amanhecer do meu amor, sob o olhar
da luz dourada do firmamento.
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E assim, vou andando em favor do tempo
e superando as dificuldades.
Vou apurando o meu sentimento
e cantando a minha saudade.
Trazendo-a sempre para perto de mim,
minha amada flor de lis.
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Lá vou eu, a caminho
das inefáveis colinas de Videira.
Vou colher a essência pura do pôr-do-sol.
E com olhos repletos de beleza e carinho,
ainda assistirei ao espetáculo de sua luz derradeira.
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Atrás dessa sinfonia de cores,
levo uma rosa bordô na minha mão,
colhida no jardim Canto ds Roseiras.
E, na outra, o amor sereno do teu coração,
que segue comigo para a vida inteira!
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E quando chegar ao destino,
cantarei, ao imaculável Sol,
o lirismo triunfal do nosso hino.
*
Sanches Figueiredo
Rio de Janeiro - RJ

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

UM NOVO DIA

No templo sagrado, Catedral de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará, quando todos os parentes e amigos estavam presentes, a secular trombeta anunciou, ao som do amor e na perfeita harmonia, uma nova vida, um novo momento, um novo dia, o casamento de um lindo cravo e de uma bela rosa (Moyses e Carla), uma união vitoriosa.
Como não poderia deixar de ser, eu escrevi um simples poema para presentear o abençoado casal. Pois é através da poesia que consigo transfigurar os meus sentimentos. Que cada verso se torne perene na vida do casal.


UM NOVO DIA
=
Surge um novo dia.
Renasce uma nova vida,
cheia de luz, esperança e sintonia.
A dois, a vida cresce mais luminosa e florida.
=
Surge um novo dia.
O sol nasce, expulsando a escuridão,
brilhando numa alvorada de alegria.
Paz e amor se afinam em cada coração.
=
Surge um novo dia.
Há felicidade pelos caminhos.
Há igualdade, liberdade e cortesia.
E se convive com respeito e carinho.
=
Sob o olhar da Sagrada Luz do dia,
floresce esta família terna e amorosa,
com as cores de um salmo de harmonia.
Hoje, é o dia do cravo e da rosa.
=
Refulge esta união e cresce este amor,
sem tormento e sem agonia.
Mas com gestos simples de ternura.
Amar, simplesmente, a cada novo dia.
É a partida para uma ampla ventura.
=
E assim, enamorados do amor,
a poesia testemunha este novo tempo:
tempo para sonhar, ouvir...e cantar;
tempo para amar, amar e amar.
=
Sanches Figueiredo
Rio de janeiro, 25/09/2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

AINDA HOJE

Ainda Hoje

Retrato de uma mãe ao recordar o seu amado e saudoso filho Ismael Felipe, que seguiu para a pátria Celeste aos 19 anos.

Ainda hoje,
as minhas inocentes estrelas não explicam
a sua precoce partida para o firmamento!

Ainda hoje,
sinto o desespero daquele fatídico momento.
Carrego a marca daquele inverno impiedoso,
no qual se calou o seu sonho aqui na Terra.

Ainda hoje,
ouço sua voz despertar a primavera.
E o som angelical do seu violão,
ecoando em meu solitário coração.

Ainda hoje, as suas canções de amor
me revelam a razão do seu brilho...
e da vida efêmera de uma flor,
linda semente, meu querido filho!

Ainda hoje,
sei que tua lembrança vai me acompanhar,
me fazendo soluçar de saudade.
Mas sei que somente o amor consola,
fortalece e faz perdoar
a quem comete tanta crueldade.

Ainda hoje, e ainda mais,
ando pelos cerros de Videira,
nos serenos dias de verão
ou no escuro do inverno enfurecido.

E a minha prece se torna uma canção,
em busca de um eterno sonho de paz:
as cândidas estrelas cintilam a sua voz,
anunciando um canto novo entre nós.

Sanches Figueiredo
Rio de Janeiro - RJ

sábado, 7 de agosto de 2010

Cidade de Videira - SC

VIDA

Dedicado ao amigo Sanches Figueiredo

Não, a vida vadia.
Não, a vida estradeira.
Não, a vida vazia.
E sim, a vida Videira.

Welliton Gouveia

quarta-feira, 30 de junho de 2010

She (tradução) Charles Aznavour

She (tradução)
Charles Aznavour
Tradução: desconhecido
Composição: Charles Aznavour / Herbert Kretzmere

Ela pode ser o rosto que eu não consigo esquecer
Um traço de prazer ou de arrependimento
Talvez meu tesouro ou o preço que eu tenho que pagar

Ela pode ser a música que o verão canta
Talvez o frescor que o outono traz
Talvez uma centena de coisas diferentes
No espaço de um dia

Ela pode ser a bela ou a fera
Talvez fartura ou a fome
Pode transformar cada dia em um paraíso
ou em um inferno

Ela pode ser o espelho do meu sonho

O sorriso refletido no rio
Ela pode não ser o que parece ser
dentro de sua concha

Ela, que sempre parece tão feliz no meio da multidão
Com os olhos tão pessoais e tão orgulhosos
Mas que não podem ser vistos
quando choram

Pode ser o amor que não espera que dure
Pode vir das sombras do passado
Que eu irei me lembrar até o dia de minha morte

Ela talvez seja o motivo para eu sobreviver

A razão pela qual eu estou vivo
A pessoa que cuidarei através
dos difíceis e imediatos anos

Eu, eu pegarei as risadas e as lágrimas dela
E farei delas todas minhas recordações
Para onde ela for, eu tenho que estar lá
O sentido da minha vida é ela

quarta-feira, 23 de junho de 2010

LUZ NASCENTE

LUZ-NASCENTE

Para a sua mãe um presente
E também para o singelo Beija-flor
O florir da luz-nascente
Tão sonhado como o amor
Luz-nascente, luz-nascente
Esperada e amada sempre

Sorrisos após longa espera
Natureza formosa de verdade
A semente é um sol de Primavera
Nos jardins da felicidade
Luz-nascente, luz-nascente
Esperada e amada sempre

Desenho em forma de gente
Com os traços mais sutis
A amada luz-nascente
Tudo o que sua mãe sempre quis
Luz-nascente, luz-nascente
Esperada e amada sempre

O Cantar dos pássaros anuncia
Um arco-íris de cores surpreendentes
Agora conheço a alegria
A mais pura entre os viventes
Luz-nascente, luz nascente
Esperada e amada sempre

A festa em sua chegada
Será bela, inocente e radiante
Mas há de ser eterna e dourada
A Luz que resplandece em meu semblante
Luz-nascente, luz-nascente
Esperada e amada sempre

Sanches Figueiredo